mulher-dor-P-

Dores de cabeça, ouvido e cervical? cuidado pode ser sua ATM!

Articulação Temporomandibular (ATM)

ATM é a sigla  utilizada para Articulação Temporomandibular. Quando existem disfunções da mesma, utilizamos a sigla DTM Distúrbio Temporomandibular.

Os sintomas mais comuns na   DTM  estão relacionados a dores de cabeça, dores cervicais,   tonturas parecidas com labirintite, zumbidos no ouvido, estalidos e crepitação  durante a mastigação ou  ao  bocejar, até mesmo o travamento da mandíbula. Devido  a diversa sintomatologia o paciente normalmente passa por diversos profissionais como:  otorrino, neurologista, ortopedista, entre outros.

 

Existem vários fatores que podem acarretar em uma DTM, tais como um trauma direto, falta de dentição, bruxismo dentre outros. 

Fisioterapia Especializada em ATM/DTM  hoje, tem um papel importante na reabilitação nestas disfunções, o diagnóstico e feito através de testes funcionais junto a exame  de imagens e complementares quando necessários.

O Tratamento algumas muitas vezes se torna multidisciplinar sendo necessário a participação de um Cirurgião Dentista ou Ortodontista e Bucomaxilofacial.

Ao procurar um profissional  certifique-se que o mesmo está capacitado nesta área.

Christofer Rocha Fisioterapeuta Especialista em Acupuntura
Crefito 115.361- F
Telefone: (51) 9663.7277
Email: contato@christoferrocha.com.br
Site: http://www.christoferrocha.com.br
Rua: Arnaldo da Costa Bard, 2940 – Sala 402 – Taquara

mulher-dor-P-

Tendinite do Antebraço – LER

http://institutogolden.files.wordpress.com/2010/08/tendinite-7657375b15d.jpg

Tendinite é uma inflamação do tendão, um tecido que liga o músculo ao osso, que gera sintomas como dor localizada e falta de força muscular. Seu tratamento é feito com a toma de anti-inflamatórios, analgésicos e fisioterapia para que se possa alcançar a cura da doença.

Os profissionais mais afetados pela tendinite são aqueles que realizam movimentos repetitivos para desempenhar a sua função. Os profissionais mais afetados geralmente são: telefonista, operário de máquinas, pianistas, guitarristas, bateristas, bailarinos, atletas como tenistas, jogadores de futebol, voleibol e handebol, digitadores e estivadores.

Os digitadores, que passam horas e horas fazendo uma mesma atividade que é a permanência na mesma posição acabam sofrendo a tendinite no punho.

Os sintomas da tendinite no punho são:

  • Dor localizada no punho
  • Dor no punho que piora ao realizar movimentos com as mãos
  • Pode haver fraqueza nas mãos, como a dificuldade em segurar um copo

Uma das grandes perguntas que paciente me faz é porque, antes, mesmo havendo digitadores, para máquinas antigas, não havia tanta gente acometida com essa patologia. A conclusão que eu cheguei foi que as atividades extras do uso da máquina faziam a região do punho descansar.  Como era preciso retomar o carro ao fim de cada linha, trocar de folha, alinhar o papel e, às vezes, parar para corrigir algum erro com tinta branca, as mãos faziam uma série de movimentos alternados sem sobrecarregar apenas uma única região.

Nos computadores nada disso é necessário, as mãos permanecem sempre na mesma posição aumentando a pressão nos tendões dos punhos. O esforço repetitivo faz essa pressão se espalhar para os nervos das mãos até que o digitador passa a sentir alfinetadas nas pontas dos dedos, dores nas juntas e formigamento nos braços.

O tratamento para a tendinite no punho é feito através de analgésicos, anti-inflamatórios e fisioterapia.

O tratamento fisioterapêutico para a tendinite no punho pode ser feito com a utilização de aparelhos de eletroterapia, acupuntura é um ótimo recurso  para essa lesão. Exercícios que venham a aumentar a mobilidade e a força dos músculos enfraquecidos também são necessários.

Fonte: http://networkedblogs.com/U00Ao

mulher-dor-P-

Ácido Láctico: O “vilão dos esportes” ele é tão malvado assim?

acido-laticoAté pouco tempo atrás, muitos técnicos, médicos e leigos acreditavam que o ácido láctico era responsável por uma série de problemas atléticos – fadiga, dores musculares, cãibras, limiar anaeróbio e débito de oxigênio. Porém, atualmente, essa explicação simples e única para tantos males fisiológicos perdeu seu crédito. Na verdade, reconhece-se hoje, que o ácido láctico tem importantes funções no metabolismo. Longe de ser um “vilão”, o ácido láctico é uma substância essencial, utilizada no fornecimento de energia, na eliminação do carboidrato proveniente da alimentação, na produção de glicose e no aumento da resistência física em situações extenuantes.

Novas pesquisas têm sido responsáveis por essa forma “positiva” com a qual o ácido láctico está sendo visto. Apesar delas reconhecerem que o acúmulo de ácido láctico no sangue e nos músculos pode interferir no estímulo nervoso de contração muscular e no processo de produção necessário para essa contração, ressaltam também que o ácido láctico é metabolizado muito rapidamente, e que a quantidade de ácido láctico no sangue e nos músculos, a qualquer instante, é extremamente menor que a grande quantidade que é continuamente formada e eliminada pelo organismo.

Sabemos hoje, que o ácido láctico é formado e eliminado continuamente e em alta velocidade, mesmo em repouso e em músculos adequadamente oxigenados. Também, que um aumento na concentração de ácido láctico no sangue significa apenas que o índice de sua entrada no sangue excedeu o índice de sua eliminação. Durante o repouso, a quebra da glicose parece ser a fonte principal para sua formação.

Segundo a hipótese do Paradoxo da Glicose, o carboidrato absorvido, oriundo da alimentação, entra na circulação sanguínea principalmente na forma de glicose. Entretanto, a maior parte ao invés de entrar no fígado, alcança a circulação geral e se distribui em diversos pontos, inclusive na musculatura esquelética, onde ocorre a conversão da glicose em ácido láctico. Em seguida, o ácido láctico retorna à circulação onde é levado até o fígado e finalmente transformado em glicogênio.

Esta manobra fisiológica, permite a eliminação rápida do grande volume de carboidrato que chega à circulação após uma refeição rica em carboidratos. Com isso, o organismo evita uma reação brusca à insulina o que levaria a um quadro de hipoglicemia (pico de insulina).

O ácido láctico, quando formado em locais onde há quebra de glicose ou glicogênio em alta velocidade, pode em seguida, atingir lugares onde pode servir de “combustível” para formação de glicose ou ressíntese do glicogênio.

Com o início do exercício, há uma enorme aceleração na velocidade de quebra do glicogênio muscular, na absorção e na quebra da glicose. O aumento na quebra de glicose conduz inevitavelmente a um aumento na produção de ácido láctico. Embora o nível de ácido láctico durante o exercício dependa de vários fatores, a duração e a intensidade do exercício são as determinantes principais. Conseqüentemente, há um aumento na concentração de ácido láctico no sangue porque o ácido láctico do músculo é “derramado” no sangue.

Se o exercício for sub-máximo, com o decorrer do tempo, o sistema de produção de energia oxidativa e de utilização de gorduras se torna mais efetivo, o que diminui a produção de ácido láctico. E ainda, o ácido láctico que é produzido em determinados tecidos (ex: musculatura esquelética), pode durante o próprio exercício, ser consumido por outros tecidos (ex: coração, intestino). Isso, além de eliminar o ácido láctico, poupa também as reservas limitadas de glicogênio do organismo.

Portanto, o atleta e o técnico devem aprender a lidar com o ácido láctico de uma forma mais eficaz.

O principal objetivo das estratégias de treinamento deve ser minimizar a produção de ácido láctico e aumentar sua eliminação.

Treinamentos de alta intensidade irão maximizar as adaptações necessárias para aumentar a utilização de oxigênio (aumentam o VO2 máx.). Em decorrência disso, o atleta se torna menos dependente da quebra de carboidratos em ácido láctico (metabolismo anaeróbio).

O treinamento prolongado sub-máximo tem a vantagem de induzir as adaptações musculares que reduzirão a velocidade de formação do ácido láctico, além de aumentar sua velocidade de eliminação.

Treinamentos que envolvem natação, ciclismo e corrida por muitos quilômetros, parecem causar um aumento máximo na capilaridade e na capacidade mitocondrial dos músculos esqueléticos. Essa capacidade aumenta o uso de gorduras como combustível e, conseqüentemente, diminui a produção de ácido láctico. Além disso, uma maior capacidade mitocondrial aumenta o consumo de ácido láctico como combustível energético, facilitando sua eliminação do organismo.

Por: Prof. Sérgio Bunioto

Fonte: http://www.carrijo.com.br

 

mulher-dor-P-

Preciso ir ao médico para realizar a Fisioterapia?

 

Não, para realizar um tratamento Fisioterapeutico, você pode se encaminhar diretamente a ele, pois a Fisioterapia é uma profissão independente, portanto não necessita de aval de nenhum outro profissional as saúde para atuar. Além disso, o Fisioterapeuta tem formação suficiente para identificar para diagnosticar e tratar disfunções do sistema músculo-esqueletico, caso haja contra indicação ao tratamento ou dificuldade de diagnóstico fisioterapeutico, o Fisioterapeuta tem por obrigação encaminhar para um especialista na área direcionada para realiza-lo.

Os números de sessões também são de competência do Fisioterapeuta que está realizando a tratamento. É muito comum pacientes virem de convênios com números delimitados de sessões.

mulher-dor-P-

Chá Gengibre na redução das dores musculares

Dores musculares e fadiga após exercícios? Chá de Gengibre ajuda!

ancfp5ahjzht23i8cczmy7m28

Pesquisadores da Universidade da Geórgia e Georgia College e Universidade Estadual seguido 74 estudantes voluntários que realizaram 18 exercícios atribuídos por dia durante 11 dias consecutivos, enquanto estiver a tomar suplementos de gengibre. Os alunos foram divididos em três grupos, cada um dos quais foi dado ou gengibre cru, gengibre aquecido ou um placebo.

Embora os autores esperavam que o gengibre aquecida seria mais eficaz do que a matéria, os resultados mostraram que as duas versões da mesma forma benéfica na redução do nível da dor muscular por 23% a 25% após a atividade física.

Chá de gengibre gelado

1 raiz de gengibre fresco (pequena)
500ml de água
Suco de 2 limões (opcional)
Descasque o gengibre fresco e misture com a água em uma panela grande. Deixe ferver e cozinhe por 5 minutos. Tampe e desligue o fogo.Deixe em infusão por 24 horas.

Tomar 2 Copos por dia. Evitar após 18h.

Curta a página no Facebook  https://www.facebook.com/christoferrocha.com.br

 

Dr.Christofer Rocha

Fisioterapeuta Especialista em Acupuntura
CREFITO 115.361-F
Site: http://www.christoferrocha.com.br/